SINOPSE
O mal é uma escolha interna, uma recusa de lembrar-se da própria divindade. Com uma abordagem ousada, a narrativa explora a ideia de que somos fragmentos do Criador, que optaram pelo esquecimento para vivenciar o amor em liberdade. A visão tradicional de forças externas é desmantelada, revelando que a verdadeira escuridão é apenas a ausência de luz, resultante do medo e da indiferença.
Ao assumir o livre-arbítrio como central na existência, é possível entender a dualidade como um campo de treinamento da alma. A consciência pode dissolver o mal, permitindo que a luz interior se manifeste, rompendo com sistemas de controle baseados no medo e na culpa.