SINOPSE
Um retrato profundo do Nordeste revela a complexidade por trás dos estereótipos que o cercam. A generalização de características regionais se transforma em um tabu que distorce identidades, criando máscaras que estigmatizam. Através de uma linguagem poética, a obra denuncia a desertificação da caatinga e os responsáveis por essa devastação.
A coragem e a resistência dos habitantes se destacam, mostrando a força da conexão entre o bioma e a cultura local. A frase emblemática “Teu bioma, meu idioma” ressoa como um grito de luta e identidade.