SINOPSE
Descobertas fascinantes sobre o maior acervo de pinturas rupestres a céu aberto no mundo são reveladas, desde a primeira fotografia em 1963 até a criação de um parque nacional. A trajetória de uma arqueóloga que dedicou sua vida à pesquisa e à preservação desse patrimônio cultural é explorada, assim como a polêmica internacional sobre a datação dos vestígios encontrados, que podem ser os mais antigos das Américas.
Além disso, o impacto dessas descobertas na vida da população da Caatinga é abordado, destacando as transformações sociais e culturais resultantes. Informações científicas, administrativas e políticas se entrelaçam, formando uma narrativa rica sobre um importante legado arqueológico.