SINOPSE
Consciente da crescente insustentabilidade da economia portuguesa, o texto explora as consequências da financeirização, da diminuição da ação pública e das alterações climáticas. O colapso do tempo, acentuado pela pandemia, expôs fragilidades e desafios que exigem uma resposta imediata.
Por meio de uma série de ensaios, são discutidas as fraquezas do sistema atual e a urgência de uma transformação. A proposta central é a construção de uma economia do cuidado, que priorize o bem-estar coletivo e promova um futuro mais sustentável.