SINOPSE
Uma análise comparativa revela a práxis e a consciência de classe nos Movimentos Sociais do Campo que lutam pela terra no Brasil e na Argentina. A problemática agrária é explorada através das principais organizações desses países, destacando o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e o Movimiento Nacional Campesino Indígena, em um contexto de avanço do capitalismo e expropriação de comunidades tradicionais.
A pesquisa evidencia a dependência e exploração que caracterizam a América Latina, apresentando a luta pela Reforma Agrária e Soberania Alimentar como um legado comum entre as organizações que se unem em defesa dos bens comuns e do território.