SINOPSE
Dores que o tempo não apaga permanecem em um silêncio profundo, onde o que partiu se entrelaça com o que ainda persiste. Através de uma abordagem sensível e fundamentada, o texto convida à reflexão sobre a travessia entre a perda e a busca por sentido, explorando as nuances do luto e da ausência. A conexão entre o eu e o objeto perdido revela a complexidade da culpa e da dor, enquanto a palavra se torna um instrumento de libertação.
Capítulos que mesclam teoria e experiência clínica abordam temas como a solidão na era digital, a ressignificação da perda e o papel da criação na reconstrução do sentido. A obra propõe uma meditação sobre a vida que continua, destacando a importância do amor que persiste mesmo diante da ausência, oferecendo um convite para compreender e transformar o sofrimento em gestos simbólicos de afeto.