SINOPSE
Questões sobre o trabalho esotérico de Hilma af Klint ganham relevância à medida que sua arte se destaca no cenário moderno. A artista, muitas vezes considerada precursora da vanguarda abstracionista, estabelece diálogos com figuras como Wassily Kandinsky e Piet Mondrian, explorando conceitos da Teosofia. Sua busca espiritual reflete um contexto de transformação no final do século XIX, onde a espiritualidade se entrelaça com a arte.
A trajetória de Klint é singular, imbuída de um caráter religioso e mediúnico. Sua obra provoca reflexões sobre o caráter aurático da arte, tensionando o secular e o divino, o tradicional e o moderno, de maneira inovadora e distinta dos abstracionistas contemporâneos.