SINOPSE
Reflexões sobre a vida e a morte permeiam a jornada de autodescoberta, onde sentimentos se entrelaçam como flores em um campo. A busca por identidade revela a fragilidade e a beleza das emoções, que se manifestam em lágrimas e sorrisos, moldando a essência de cada um.
Em meio a essa complexidade, a metáfora do cemitério de borboletas surge, simbolizando a transformação e a permanência das memórias. A obra convida o leitor a explorar as profundezas do ser, questionando o que realmente nos define e como lidamos com a passagem do tempo.