SINOPSE
Um olhar profundo sobre a construção da identidade étnica do “negro” revela as tentativas de apagamento presentes na sociedade brasileira. A ascensão da mulher negra se torna um amuleto, um instrumento de defesa que a fortalece para enfrentar as arbitrariedades do cotidiano.
A referência a Oyá, orixá do candomblé, simboliza a conexão com o feminismo negro e o arquétipo africano. A narrativa explora vivências que refletem a luta e a identificação de mulheres negras, ressaltando a resiliência e a força desse segmento na sociedade contemporânea.