SINOPSE
Na era da pós-verdade, o debate sobre teorias como a da Terra Plana ganha força nas redes sociais. O relato de um jurista e filósofo da Roma Antiga, escrito entre 54 e 51 a.C., apresenta uma visão do universo em que planetas orbitam ao redor do Sol, muito antes de Copérnico. A narrativa segue Cipião, que, após um banquete, tem uma experiência transcendental ao se encontrar com seu avô e pai, revelando a insignificância do poderio romano diante da vastidão do cosmos.
Essa obra explora a ética e a virtude dos cidadãos em um sistema republicano, enfatizando a transitoriedade da vida e a importância de se libertar dos vícios. O embate ético, retratado por um renomado pintor renascentista, é observado por um Deus Supremo, tornando essa narrativa um documento relevante para estoicos e cristãos ao longo dos séculos, refletindo elementos do platonismo e pitagorismo na formação da Cultura Ocidental.