SINOPSE
Durante uma viagem ao Piauí, um fotógrafo encontrou um santeiro que, desde a infância, moldava figuras de barro em busca de um presépio que nunca teve. A paixão pela arte santeira, frequentemente chamada de Arte Imaginária, surge como um reflexo de devoção e trabalho, levando à reflexão sobre as motivações que impulsionam artesãos a esculpir santos. Muitos, como ele, transformam essa prática em uma forma de sustento, mesclando fé e ofício.
Pesquisas anteriores sobre arte santeira no Brasil focam, em sua maioria, no barroco colonial ou em biografias de artesãos contemporâneos. Este estudo propõe uma nova abordagem, unindo essas perspectivas e explorando a rica diversidade da produção artística, revelando a profundidade do envolvimento emocional e econômico dos criadores.