SINOPSE
Na estreia poética, a autora disseca o cotidiano, revelando as nuances do corpo humano através de uma formiga. Com um humor ácido, as palavras se tornam ferramentas sensíveis, permitindo uma nova percepção do dia a dia. A imaginação flui, mantendo-se conectada à realidade, enquanto a autora traça um percurso singular.
Com uma poética que transita entre o tátil e o anguloso, a narrativa provoca reflexões profundas. Os leitores são convidados a explorar as substâncias que permeiam a vida, em uma experiência literária envolvente e provocativa.