SINOPSE
Na Faixa de Gaza, a força letal foi utilizada contra manifestantes civis durante a Grande Marcha do Retorno de 2018, sendo considerada legítima por um acórdão do Supremo Tribunal israelense. A análise crítica questiona a narrativa belicista e a resposta securitária de Israel, propondo uma abordagem ontológica que revela como a ocupação colonial racializa os corpos palestinos.
Esse processo os classifica como ameaças à segurança, historicizando a política de atirar a matar. A pesquisa destaca a redefinição do conceito de “civil”, ampliando os alvos legítimos e permitindo um aumento nas mortes palestinas sob a legislação vigente.