SINOPSE
Território de negação e privilégio, a branquitude representa uma faceta sutil do racismo, sendo crucial para sua legitimação e perpetuação. O objetivo é explorar os impactos econômicos, sociais e culturais desse fenômeno, promovendo um olhar crítico que desafie as estruturas raciais. Os diálogos aqui apresentados surgem de um seminário que reuniu especialistas para discutir a branquitude como uma ideologia que organiza hierarquicamente a sociedade, subalternizando as pessoas negras.
Essas conversas abordam a noção de racismo estrutural, enfatizando que as instituições racistas são moldadas por ações humanas. A responsabilidade de desarticular essas estruturas recai sobre todos, especialmente sobre os brancos. Ao romper com a ideia de que o racismo é um problema exclusivo das pessoas negras, os diálogos oferecem caminhos de responsabilização e reflexão, visando a superação das desigualdades raciais no Brasil.