SINOPSE
Johannes Kepler, em sua pesquisa inovadora, rompe com a ideia de movimentos celestes circulares ao propor uma órbita elíptica para Marte. A análise revela como a metafísica e a teologia moldaram seu pensamento, destacando duas hipóteses frequentemente ignoradas: a influência da força solar sobre Marte e o movimento de libração, que explica a variação de distância do planeta em relação ao Sol.
Argumentos apresentados desafiam a noção de que Kepler se baseou apenas em dados empíricos de Tycho Brahe, oferecendo uma nova perspectiva sobre sua contribuição para a astronomia.