SINOPSE
No século XXI, barreiras persistem para o acesso das mulheres à educação e ao trabalho, enquanto a linguagem muitas vezes as invisibiliza. A divisão sexual e racial continua a privilegiar homens e pessoas brancas, perpetuando desigualdades que afetam milhões. A trajetória feminina nas organizações é frequentemente negligenciada, levantando questões sobre o acesso ao campo educacional e as consequências da linguagem sexista.
Dados e reflexões sobre os desafios enfrentados pelas mulheres revelam avanços e a necessidade de mais ações para garantir equidade. A discussão convida à reavaliação das teorias organizacionais e à valorização do papel transformador das mulheres na liderança, essencial para um futuro mais justo.