SINOPSE
Reflexões críticas e corajosas sobre as contradições enfrentadas por assistentes sociais em um serviço forense único no Brasil que monitora visitas de familiares não guardiões a crianças e adolescentes vítimas de violência. A análise das tensões entre vigilância protetiva e práticas de disciplinarização das famílias pobres revela a trajetória sócio-histórica desse serviço, destacando as resistências de profissionais diante das decisões do Judiciário Paulista.
Com uma abordagem que examina marcos de reconstrução desse serviço, a leitura se torna essencial para quem deseja entender as complexidades do espaço institucional e as dinâmicas do trabalho sociojurídico.