SINOPSE
Propondo uma nova perspectiva sobre cidadania internacional, a obra busca integrar um princípio inovador à Carta das Nações Unidas, visando fortalecer os direitos dos nativos. Através de uma análise crítica, a autora explora as intersecções entre nacionalidade e autodeterminação, apresentando um conceito que valoriza a soberania dos Estados-nação e a continuidade dos povos livres.
Com uma abordagem teórica distinta, o texto se insere em uma trilogia que desafia as noções tradicionais, promovendo um debate essencial sobre a identidade e os direitos coletivos no cenário global contemporâneo.