SINOPSE
Na década de 1970, Lauro de Freitas vivia os últimos momentos de uma vila tranquila, onde a natureza exuberante e os rios reluzentes eram parte do cotidiano. O progresso parecia uma promessa distante, enquanto as histórias locais refletiam a riqueza cultural da região. Com o passar do tempo, a modernidade começou a transformar o cenário, trazendo um crescimento acelerado que, embora desejado, trouxe também desafios inesperados.
Entre as lendas que emergem desse contexto, destaca-se a intrigante narrativa da Mulher de Branco, uma figura que simboliza as mudanças e os mistérios que permeiam a vida na vila. Essa história revela os ecos do passado e as marcas deixadas pela evolução da cidade.