SINOPSE
A ascensão das redes sociais tem gerado um clima de entusiasmo entre usuários e profissionais, além de acadêmicos que acreditam na transformação da sociedade por meio de uma “cibersociedade” autorregulada. No entanto, essa euforia esconde a realidade de uma cultura saturada por conteúdos superficiais e discursos de ódio, que refletem personalidades potencialmente autoritárias.
Em um movimento crítico, a análise investiga como essa saturação sensorial, aliada à antifilosofia dos meios de comunicação, contribui para o surgimento de traços fascistas nas interações online. A pesquisa revisita eventos do golpe de 2016, quando a ex-presidenta Dilma Rousseff se tornou alvo de ataques da extrema-direita.