SINOPSE
As relações entre intelectuais e o regime de um importante período da China são exploradas através de eventos cruciais que ocorreram entre 1956 e 1957. Três campanhas interligadas, que frequentemente se confundem, são analisadas: a Campanha das Cem Flores, a Campanha de Retificação e a Campanha Antidireitista. Cada uma delas é contextualizada dentro da conjuntura histórica da época.
A análise dessas campanhas revela aspectos fundamentais do funcionamento do regime, oferecendo uma visão aprofundada sobre as tensões e dinâmicas sociais que marcaram esse período significativo da história chinesa.