SINOPSE
Uma dissecação implacável da experiência humana revela a consciência como o elemento central da angústia. Através de uma linguagem densa e visceral, a narrativa conduz o leitor por uma jornada que expõe a fragilidade do ser, a ilusão da identidade e a solidão irreparável. A trajetória de Elias, que se desfaz lentamente, provoca a reflexão sobre a possibilidade de não haver um “eu” a ser salvo ou compreendido.
Sem concessões ou respostas fáceis, a experiência proposta desafia a forma como se vê o mundo, tornando difícil o retorno a uma perspectiva anterior. A obra não busca consolar, mas expor a crueza da existência.