SINOPSE
Reflexões poéticas surgem em meio ao caos cotidiano, onde a realidade do metrô se torna um palco de descontentamento. Conversas sobre trabalho, salários baixos e insatisfações permeiam o ambiente, criando um contraste com a ideia de que a poesia é “doce e útil”. A luta diária e a inquietude dos sentimentos fazem com que a beleza das palavras se perca, revelando a contradição entre o que se espera e o que se vive.
Um convite à reflexão sobre a condição humana, este texto provoca questionamentos sobre a utilidade da arte em tempos de desespero. Em um cenário de incertezas, a obra se apresenta como um espelho da sociedade, revelando a amargura e a inutilidade que podem surgir em meio à busca por significado.