SINOPSE
No silêncio que se segue a uma piada, a verdade se revela: o humor, que deveria unir, muitas vezes divide. Quando utilizado para oprimir e excluir, o riso se transforma em uma arma. Reflexões sobre as máscaras que usamos para esconder preconceitos são essenciais, pois a última risada deve pertencer ao despertar coletivo para a empatia e a igualdade.
Palavras provocativas buscam gerar desconforto, mas também consciência. Entre o riso e a reflexão, é possível construir um mundo onde a verdadeira piada seja a intolerância superada, promovendo respeito e dignidade para todos.