SINOPSE
Explorando a interface entre Neurociências e Direito, reflexões sobre processos decisórios humanos são apresentadas de forma didática, destacando sua influência na regulamentação de negócios jurídicos no Brasil. A análise crítica dos modelos normativos revela a necessidade de uma abordagem mais realista, que considere a vulnerabilidade do consumidor e as limitações da racionalidade humana.
O texto convida à reflexão sobre a aplicação prática dessas ideias, propondo que o Código Consumerista já incorpora aspectos do Neurodireito, alinhando-se às novas perspectivas sobre a tomada de decisão. Uma leitura que promete enriquecer o entendimento sobre o tema!