SINOPSE
Em 8 de junho de 1982, um trágico acidente aéreo no Brasil deixou marcas profundas na aviação civil. Fatos obscuros cercam o voo Vasp 168, incluindo falhas em resgates, investigações e cuidados com os familiares das vítimas. A pesquisa realizada por uma psicóloga, que perdeu seu pai na tragédia, traz à tona relatos de familiares, conectando eventos do acidente a dados sócio-históricos e compreensões psicológicas.
A partir da hipótese de suicídio, a pesquisa levanta a possibilidade de feminicídio, que poderia ter contribuído para a tragédia. As narrativas reais e as referências teóricas buscam complexificar o debate, questionando se os silêncios de quatro décadas foram esquecimentos ou omissões intencionais. O objetivo é oferecer caminhos para o luto de quem perdeu entes queridos nesse evento devastador.