SINOPSE
Fino cronista e ficcionista renomado, o autor discute as engrenagens que movem a imaginação leitora, oferecendo insights valiosos para aspirantes a escritores. A urgência de sua reflexão surge com a ascensão da inteligência artificial, que levanta questões sobre o futuro da escrita literária e a possibilidade de um texto humano ser superado por máquinas.
A defesa de que a literatura é um trabalho intrinsecamente humano é central, envolvendo inteligência, intuição e desejo. O texto aborda a busca pela “voz própria”, aspectos técnicos e o impacto da escrita na vida pessoal e social, misturando erudição e humor.