SINOPSE
Misoginia, machismo e sexismo permeiam o campo jurídico, resultando na invisibilidade e sub-representação de mulheres intelectuais. A busca por um Direito mais justo e igualitário se torna essencial, destacando a importância das mulheres docentes e autoras na construção do conhecimento jurídico. No segundo capítulo, a voz feminina, frequentemente silenciada, é finalmente ouvida, revelando a necessidade de uma mudança de paradigma.
Reposicionar essas mulheres no centro do debate é fundamental para a formação de um pensamento crítico e inclusivo. A proposta é um Direito que abranja a todos, sem deixar ninguém para trás, promovendo uma verdadeira equidade no campo jurídico.