SINOPSE
Até que ponto uma tragédia pode moldar o destino e a identidade de uma pessoa? Fugindo de sua cidade natal, uma jovem se perde na multidão de uma rodoviária, onde o cheiro do asfalto se mistura ao gosto do açúcar vendido em embrulhos frágeis. A cada dia, ela descobre que sobreviver é também um ato de reinvenção, e que o vermelho que a persegue pode simbolizar tanto sangue quanto liberdade.
Com uma linguagem sinestésica e direta, a narrativa une o agridoce da vida e o aroma da comida conforto, essencial quando tudo mais parece faltar.