SINOPSE
Reflexões sobre a dança e a inclusão se entrelaçam em uma narrativa que explora a trajetória de uma pesquisadora surda. A autoetnografia revela memórias e experiências desde a infância até o mestrado, enriquecidas por fotos e depoimentos que iluminam os desafios e conquistas no ensino de dança para surdos.
Os processos de inclusão e exclusão são analisados de forma sensível, proporcionando uma visão única sobre como a arte pode ser um meio poderoso de comunicação e expressão. A obra convida à reflexão sobre a diversidade e o potencial transformador da dança.