SINOPSE
Três ateliês clínicos exploram a dinâmica da transferência e contratransferência, abordando questões como a transferência amorosa e o medo na contratransferência. O texto provoca reflexões sobre a falta de conexão entre analista e paciente, destacando como o analista pode se sentir paralisado diante dessas situações complexas.
Com uma abordagem teórico-clínica, são oferecidas leituras que iluminam e movimentam as dificuldades enfrentadas no cotidiano dos consultórios, proporcionando novas perspectivas para profissionais da área.