SINOPSE
Nos últimos anos, a intervenção do Estado na economia tem se intensificado, não apenas por meio de empresas públicas, mas também através de parcerias com o setor privado, onde o Estado atua como acionista minoritário. Esses novos modelos enfrentam críticas relacionadas à transparência e à adequação ao interesse público, gerando questionamentos sobre sua eficácia e finalidade.
Um ciclo de reavaliação se inicia, buscando apurar métodos anteriores e implementar novas estratégias. A análise das formas tradicionais e inovadoras de intervenção estatal na economia é o foco central desta reflexão.