SINOPSE
Reuniões de especialistas e estudantes em Direito, Psicologia e Relações Internacionais resultam em uma análise abrangente sobre o direito à saúde de populações refugiadas. Os capítulos abordam questões cruciais, como o papel das organizações internacionais, barreiras culturais e linguísticas, além da saúde reprodutiva de mulheres e meninas, destacando os impactos das mudanças climáticas.
Políticas públicas de saúde no Brasil e a integração dos refugiados aos sistemas locais são discutidas, promovendo um diálogo necessário para ações mais inclusivas e equitativas. A obra é um recurso valioso para quem se interessa por saúde global e direitos humanos.