SINOPSE
Visões utópicas sobre o futuro do transporte são desafiadas ao se desvendar as falhas nas promessas de soluções como carros autônomos e veículos elétricos. O alto custo ambiental e de vida gerado por propostas corporativas é destacado, revelando a necessidade de repensar a mobilidade nas cidades. Uma abordagem coletiva é defendida, priorizando o transporte público e um planejamento urbano mais democrático.
Esse chamado busca questionar as ilusões digitais e as soluções tecnológicas hegemônicas, promovendo um futuro mais equitativo. O foco está em construir comunidades onde a qualidade de vida prevalece sobre o lucro.