SINOPSE
Explorando a metáfora do estigma sob a perspectiva da antropologia social, a obra analisa como os conceitos de identidade e desvios são moldados pela percepção coletiva. Através de estudos clínicos, são discutidos temas como o controle da informação e o comportamento desviante, revelando a complexidade do eu e do outro.
Na Antiguidade, o estigma era um sinal de degenerescência, enquanto na Era Cristã adquiriu conotações sagradas e médicas. A reflexão provoca questionamentos sobre quem realmente é marginalizado: o estigmatizado ou a sociedade que o exclui.