SINOPSE
A era do sorriso automático e da felicidade imposta nos faz questionar: será que essa positividade é realmente uma cura ou parte de uma nova doença? A pressão por estar sempre bem transforma a vida em uma vitrine, onde a fragilidade é vista como falha. Reflexões sobre a cultura contemporânea revelam como a busca incessante por desempenho nos aprisiona em mentiras e autoexploração.
Além de uma crítica contundente, a obra sugere caminhos para a reconstrução do cuidado de si e da verdade interior. Propõe uma vida com sentido, que abrace a complexidade e a imperfeição, desafiando o otimismo superficial e convidando à lucidez em um mundo que exige máscaras.