SINOPSE
A complexidade da adolescência contemporânea é explorada sob uma perspectiva psicanalítica, histórica e sociopolítica, revelando como esse período de transição é moldado por diversos fatores. Experiências de jovens em diferentes contextos geopolíticos e culturais são analisadas, destacando como cor da pele, classe, gênero e localização geográfica influenciam suas vivências e perpetuam desigualdades.
Reflexões sobre colonialismo, neoliberalismo e estruturas de poder trazem à tona questões como suicídio e automutilação, especialmente entre grupos historicamente marginalizados. A proposta é valorizar a singularidade dos jovens, rompendo com invisibilizações e promovendo novos laços sociais.