SINOPSE
No Brasil de 1910, a disputa pela presidência entre Rui Barbosa e Hermes da Fonseca mobilizou oligarquias e o “povo” em um cenário eleitoral vibrante. Caravanas, comícios e “santinhos” clamavam pela participação popular, em um contexto de exclusão. A Campanha Civilista transformou o panorama político, especialmente na Bahia, onde alianças partidárias foram reordenadas.
Através de uma rica documentação, incluindo charges e correspondências, a narrativa revela como esse pleito reflete aspectos da Primeira República, desafiando a visão tradicional da “política do café com leite”.