SINOPSE
A Constituição Federal de 1988 estabeleceu um compromisso com os direitos sociais no Brasil, mas a complexidade da sociedade e as novas demandas do Estado têm gerado um aumento da burocratização e judicialização, especialmente na saúde. A gestão pública enfrenta desafios para atender decisões judiciais, controlar ações e garantir os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).
Este trabalho analisa a viabilidade de práticas dialógicas como resposta à judicialização da saúde. A pesquisa combina abordagens qualitativa e quantitativa, explorando estratégias de diálogo e as perspectivas dos envolvidos nas demandas, sugerindo que essas práticas podem ser a solução mais eficaz para o problema.