SINOPSE
Com o objetivo de aprimorar a qualidade dos serviços de segurança, órgãos responsáveis têm adotado tecnologias voltadas ao policiamento preditivo. A discussão sobre a eficácia dessas ferramentas é fundamental, pois a implementação da tecnologia na manutenção da ordem pública requer uma estruturação adequada e regulamentação que respeite a dignidade humana. A análise crítica desse fenômeno é essencial para garantir um policiamento preditivo que realmente funcione.
A utilização da inteligência artificial nesse contexto levanta diversas questões que precisam ser constantemente debatidas. A busca por uma regulamentação eficaz e um respaldo jurídico sólido é crucial para assegurar a proteção dos direitos e garantias fundamentais, promovendo uma verdadeira tutela da ordem pública.