SINOPSE
Rankings e métricas de sustentabilidade têm ganhado destaque nas decisões corporativas, levantando questões sobre o que realmente está sendo medido. A análise revela como a sustentabilidade é entendida e comunicada na mineração, destacando a discrepância entre discurso e prática, além de limites na mensuração, que muitas vezes prioriza comparações em detrimento da avaliação do desempenho real.
A pesquisa, baseada em entrevistas e literatura especializada, identifica fatores críticos e categorias analíticas que abordam dimensões frequentemente ignoradas, como o território e as relações sociais. Ao mudar o foco para os territórios, a discussão sobre licença social e a noção de comunidade de convivência são introduzidas, promovendo uma compreensão mais contextualizada da sustentabilidade na mineração.