SINOPSE
A trajetória de Rafael, um acadêmico de origem ribeirinha, revela a tensão entre a ciência ocidental e a sabedoria da Amazônia. Após anos de formação em Manaus, ele se depara com a realidade pulsante de sua comunidade, onde o conhecimento teórico se confronta com a vivência prática da floresta. Essa experiência o leva a questionar a adequação dos modelos tradicionais para compreender a complexidade do território.
No clímax da narrativa, Rafael promove um diálogo entre grandes pensadores ocidentais e a Amazônia, demonstrando que nenhum modelo isolado é suficiente. A obra introduz o conceito de mentofatura, que reconhece a interdependência dos elementos e propõe uma leitura estrutural da vida, enfatizando a responsabilidade técnica e a importância do discernimento na tomada de decisões conscientes diante das incertezas.