SINOPSE
Ensaios exploram a identidade nacional e seu impacto no discurso histórico francês até o início do século XX, além de sua transição para as ciências sociais e o estruturalismo. A hermenêutica de Paul Ricoeur é discutida, assim como as interpretações de Maio de 68 e seu efeito na disciplina histórica.
A trajetória de figuras proeminentes da Nova História, como Georges Duby e Fernand Braudel, é analisada, assim como o pensamento estruturalista de Roland Barthes e Michel Foucault. Os textos refletem sobre as relações entre estruturalismo e história, abordando suas complexidades.