SINOPSE
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Conflitos diversos permeiam a sociedade chinesa, resultantes de hierarquias étnicas e opressão de gênero, enquanto a transição ao capitalismo trouxe novas lutas de classes. Desde 1989, essas resistências, embora fragmentadas e descentralizadas, apresentam características comuns, como a ausência de antagonismo ao Partido Comunista e um foco em questões materiais imediatas.
A mobilização social, apesar de menos radical, representa um desafio significativo ao governo. A insurgência operária, impulsionada por escassez de mão de obra, cresceu nas últimas décadas, mas enfrenta repressão severa, evidenciando a preocupação do Estado com a instabilidade social.
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