SINOPSE
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Uma proposta inovadora surge para tratar das feridas causadas pelas crises do sistema capitalista, unindo ecologia e pensamento decolonial. A análise crítica revela a “dupla fratura colonial e ambiental da modernidade”, destacando a necessidade de integrar questões sociais, antirracistas e ambientais, que muitas vezes são tratadas de forma isolada.
Focando nas regiões caribenhas, a obra explora modos de vida crioulos e formas de resistência, como a marronagem. Com um prefácio que contextualiza a justiça ambiental, a leitura oferece uma nova perspectiva sobre as desigualdades que persistem na sociedade contemporânea.
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