SINOPSE
Um dos casos clínicos mais emblemáticos da psicanálise, a análise de Ida Bauer, conhecida como Dora, revela a complexidade dos sintomas histéricos e suas raízes nas dinâmicas familiares. O relato explora os conflitos psíquicos relacionados ao desejo, à repressão e à feminilidade, destacando a importância da transferência no tratamento.
Esse caso se tornou um marco de discussão, atraindo a atenção de feministas, críticos literários e estudiosos de gênero, que questionam a leitura da feminilidade e do desejo. A construção do relato, que envolve sonhos e a identificação histérica, continua a provocar reflexões sobre a técnica psicanalítica.