SINOPSE
Um mergulho profundo nos atravessamentos da vida revela amor, dor, desejo, corpo e memória. Metáforas pulsantes e imagens etéreas criam uma escrita que se fragmenta como silêncio e se costura como prece. O poema transcende a palavra, tornando-se gesto, varal, cicatriz e vôo. Cada texto emerge de um corpo em constante transformação, que abraça suas contradições e metamorfoses.
Esse convite à reflexão e ao testemunho permite a perda da forma em busca de novos sentidos. A poesia aqui se manifesta em carne viva, revelando a essência da experiência humana.