SINOPSE
A unificação ibérica de Portugal, impulsionada pelos laços matrimoniais da Casa de Áustria, foi habilmente conduzida por Filipe II, que conquistou a aclamação nas Cortes de Tomar. Durante seu domínio, de 1580 a 1598, ele evitou confrontar o sentimento nacional, garantindo uma estabilidade precária. A morte de Filipe II, no entanto, despertou um forte desejo de independência, culminando na Revolução de 1640.
Esse fenômeno moral e histórico moldou o século XVII, refletindo-se na rica produção literária dos Seiscentistas, que expressaram as aspirações e desafios de uma nação em busca de sua identidade.