SINOPSE
Um romance singular que evoca memórias de um cemitério, onde um narrador compartilha sua trajetória até os 70 anos, revelando a força de suas lembranças. A narrativa, estruturada como uma rapsódia, reflete a desordem dos pequenos “campos santos”, entrelaçando vozes de enlutados e ecos de vítimas da pandemia, transformando a dor em uma celebração da vida.
A primeira parte, “A velha vida”, traz a jornada do cemitério na velhice, enquanto a segunda, “A nova vida”, mostra a transição da casa do coveiro em uma biblioteca pública, simbolizando a resiliência da humanidade.