SINOPSE
A articulação entre língua e história é explorada de forma primorosa, revelando a complexidade do discurso comunista voltado aos cristãos. Conceitos fundamentais, como “enunciado dividido” e “memória discursiva”, são forjados a partir de análises que mostram como a fala cristã se apresenta como um elemento polêmico e contratual na constituição desse discurso.
As vozes do cristianismo emergem nos enunciados comunistas, refletindo a tensão entre fala e silêncio, memória e esquecimento. A obra conecta a teoria do discurso com a arqueologia de Michel Foucault, evidenciando a presença da alteridade nas formações discursivas.